domingo, 25 de maio de 2008

२पर्तेदोलिव्रो

Segunda parte do livro:

Como muitas histórias picantes, esta começou numa festa
- Fiquei vendo o Nickelodeon a manhã toda no meu quarto, então não tive de tomar o café da manhã com eles - disse Blair Waldorf a duas de suas melhores amigas e colegas de turma na Constance Billard School, Kati Farkas e Isabel Coates. - Minha mãe fez uma omelete para ela. Eu não tinha a menor idéia de que ela sabia usar o fogão. Blair prendeu os cabelos compridos castanho-escuros por trás das orelhas e bebeu um gole do uísque da mãe no copo de cristal que tinha na mão. Já estava no segundo copo.
- Que programa você assistiu? - perguntou Isabel, tirando um fio de cabelo do cardigã preto de Blair.
- Que diferença faz? - disse Blair, batendo o pé. Estava usando as novas sapatilhas pretas. Bem de aluna caretinha de escola preparatória, da qual ela conseguiu escapar porque mudou de idéia na última hora e colocou botas surradas, pontudas e de salto alto e aquela saia metalizada e sexy que a mãe dela odiava. A gatinha peruinha meio rock. Miau. - O caso é que fiquei presa no quarto a manhã toda porque eles estavam ocupados tendo um baita café da manhã romântico, cada um com um roupão de seda vermelha combinandinho. E eles nem tomaram banho. - Blair tomou outro gole da bebida. A única maneira de agüentar a idéia de sua mãe dormindo com aquele homem era ficar bêbada - muito bêbada.
Por sorte Blair e as amigas vinham daquele tipo de família para a qual beber era tão comum quanto assoar o nariz. Os pais dela acreditavam na idéia meio européia de que quanto mais acesso as crianças têm ao álcool, menos provável será que abusem dele. Então Blair e as amigas podiam beber o que quisessem, desde que mantivessem as notas altas e as aparências e não passassem vergonha nem envergonhassem a família vomitando em público, urinando na calça ou falando demais na rua. O mesmo valia para qualquer outra coisa, como sexo ou drogas – desde que você mantivesse as aparências, tudo bem.
Mas nada de arriar a calcinha. Isso fica pra depois.
O homem com quem Blair estava irritada era Cyrus Rose, o novo namorado da mãe. Naquele momento Cyrus Rose estava parado do outro lado da sala, recebendo os convidados para o jantar. Ele parecia alguém que podia ajudar você a comprar sapatos na Saks – careca, com um bigodinho cerrado, a barriga gorda meio aparecendo no terno azul brilhante trespassado. Ele tinia as moedas no bolso sem parar e, quando tirava o paletó, havia marcas de suor grandes e horrendas nas axilas. Ele ria alto e era muito gentil com a mãe de Blair. Mas não era o pai de Blair. O pai de Blair fugiu para a França com outro homem no ano passado.
É sério. Eles moram em um château e administram um vinhedo juntos. O que é muito legal, se você pensar bem no assunto.
É claro que nada disso era culpa de Cyrus Rose, mas isso não fazia diferença para Blair. No que dizia respeito a Blair, Cyrus Rose era irritante, gordo e um mané total.
Mas hoje à noite Blair ia ter de agüentar Cyrus Rose, porque o jantar que sua mãe estava dando era em homenagem a ele, e todos os amigos da família Waldorf foram lá para conhecê-lo: a família Bass e seus filhos Chuck e Donald; o sr. Farkas e a sua filha Kati; o famoso ator Arthur Coates, a esposa Titi e as filhas Isabel, Regina e Camilla; o capitão e a sra. Archibald e o filho Nate. Os únicos que ainda não tinha chegado eram o Sr. e a Sra. van der Woodsen cuja filha adolescente, Serena, e o filho, Erik, estavam fora, estudando.
A mãe de Blair era famosa por seus jantares, e este era o primeiro desde o divórcio infame. A cobertura dos Waldorf tinha sido dispendiosamente redecorada naquele verão em vermelhos profundos e marrons chocolate, e estava cheia de antiguidades e obras que teriam impressionado qualquer um que entendesse alguma coisa de arte. No centro da mesa de jantar havia um enorme vaso de prata cheio de orquídeas brancas, folhas de salgueiro e ramos de castanheira – um arranjo moderno da Takashimaya, a loja de produtos de luxo da Quinta Avenida. Cartões folheados a ouro marcando os lugares foram colocados em pratos de porcelana. Na cozinha, Myrtle, a cozinheira, cantava músicas de Bob Marley para o suflê, e a empregada irlandesa desleixada, Esther, ainda não tinha derramado uísque na roupa de ninguém, graças a Deus.
Blair estava prestes a dar uma de desleixada. Se Cyrus Rose não parasse de aporrinhar Nate, o namorado dela, ela ia ter de atravessar a sala e derramar todo seu uísque nos sapatos italianos horrorosos dele.
– Você e Blair estão saindo há bastante tempo, não é? – disse Cyrus, cutucando Nate no braço. Ele estava tentando fazer com que o garoto relaxasse um pouco. Esses garotos do Upper East Side eram tensos demais.
Isso é o que ele pensa. Dê um tempo a eles. – Você já dormiu com ela? – perguntou Cyrus. Nate ficou mais vermelho do que a tapeçaria de carruagem francesa do século XVIII ao lado dele.
– Bem, a gente se conhece praticamente desde que nascei – murmurou Nate. – Mas só estamos juntos há mais ou menos um ano. Não queremos estragar tudo, sabe como é, apressando tudo antes de estarmos prontos. – Nate só estava repetindo a frase que Blair sempre dizia quando ele perguntava se ela estava pronta pra transar. O caso é que ele estava falando com o namorado da mãe de sua namorada. O que ele devia dizer, "Cara, se dependesse de mim, a gente ia transar agorinha mesmo."?
– Tem razão. – Cyrus Rose apertou o ombro de Nate com a mão gorducha. No pulso ele tinha uma daquelas pulseiras Cartier de ouro que você atarraxava e nunca mais tirava, muito popular na década de 1980 e não tão popular agora, a não ser que você realmente entre naquela onda de revival dos anos 80. Se ligaaaa! – Deixa eu te dar um conselho – disse Cyrus, como se Nate tivesse escolha. – Não ouça uma palavra do que essa garota diz. As meninas gostam de surpresas. Elas querem que você mantenha as coisas interessantes. Está me entendendo?
Nate assentiu, carrancudo. Ele tentou se lembrar da última vez em que tinha surpreendido Blair. A única coisa que lhe veio à mente foi a vez que ele comprou pra ela um sorvete de casquinha quando a pegou na aula de tênis. Isso já fazia um mês, e era uma surpresa insatisfatória por qualquer padrão. Nesse ritmo, ele e Blair não iam transar nunca.
Nate era um daqueles garotos que a gente olha e percebe que eles estão pensando Essa garota não pode tirar seus olhos de mim porque eu sou demais.

Imagens






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GossipGirls






Primeiro Livro de Gossip!!!




Advertência: todos os nomes verdadeiros de lugares, pessoas e fatos foram abreviados para proteger os inocentes. Quer dizer, eu.
Oi, gente!
Vocês querem saber como é a vida dos eleitos? Bem, eu vou contar, porque faço parte deles. Não estou falando de modelos bonitas, nem de atrizes, nem de prodígios da música, nem de Gênios da matemática. Estou falando de pessoas que nasceram para isso - as que têm tudo o que qualquer pode querer e que não dão valor a nada.
Bem-vindos ao Upper East Side de Nova York, onde meus amigos e eu moramos, estudamos, namoramos e dormimos - às vezes uns com os outros. Todos nós moramos em apartamentos enormes, temos nosso próprio quarto, nosso próprio banheiro e nosso próprio telefone. Temos acesso ilimitado a dinheiro, bebida e qualquer e qualquer coisa que a gente quiser, e nossos pais raramente estão em casa, então temos toneladas de privacidade. Somos inteligentes, herdamos uma beleza clássica, usamos roupas incríveis e sabemos como nos divertir. Nosso cocô ainda fede, mas não dá para sentir o cheiro porque hora em hora a empregada borrifa um desodorizador refrescante feito exclusivamente para nós por perfumarias francesas. É uma vida de luxo, mas alguém tem que vivê-la.
Nossos apartamentos ficam perto do Metropolitam Museum of Art na Quinta Avenida, e das escolas particulares exclusivas para meninas ou meninos, como a Constance Billard, que a maioria de nós freqüenta. Até de ressaca a Quinta Avenida sempre parece linda de manhã, com a luz do sol brilhando na cabeça dos meninos gostosões da St. Jude's School. Mas há algo de podre no caminho do museu.

Flagra
B com a mãe, discutindo em um táxi na frente de Takashinaya. N apertando um na escadaria do Met. C comprando sapatos novos para a escola na Barneys. E uma loura alta conhecida e incrivelmente bonita, saindo de um trem de New Haven na Grand central Station, idade aproximada, 17. Quem será? S voltou?!
A GAROTA QUE VAI PARA O INTERNATO É EXPULSA E VOLTA PARA CASA.
Sim, S está voltando do internato. Seus cabelos estão mais compridos e mais claros, os olhos azuis têm o mistério profundo de segredos bem guardados. Ele está usando as mesmas roupas fabulosas, agora aos trapos depois de enfrentar as intempéries da Nova Inglaterra. Hoje de manhã, o riso de S ecoou na escadaria do Met, onde não pudemos mais curtir um fumo e um cappucino sem vê-la acenando para nós do apartamento dos pais dela do outro lado da rua. Essa agora tem o hábito de roer as unhas, o que nos deixa ainda mais curiosos. Apesar de todo mundo estar morrendo de vontade de lhe perguntar por que ela foi chutada do internato, ninguém pergunta, porque preferimos que ela fique bem longe. Mas S definitivamente está aqui.
Só por segurança, devemos todos sincronizar os relógios. Se não tivermos cuidado, S vai conquistar nossos professores, usar aquela roupa que não cabe na gente, comer a última azeitona, transar na cama dos nossos pais, derramar Campari no nosso tapete, roubar o coração de nossos irmãos e namorados e basicamente acabar com a nossa vida e irritar a gente de um jeito que você nem imagina.
Vou ficar de olho. Vou ficar de olho em todos nós. Este será um ano turbulento e desagradável. Dá para sentir o cheiro dele.
Beijos,
Gossip Girl.

ग़ोऽगॉसिप

sábado, 24 de maio de 2008

Gossip Girl

Contra-capa: Adolescentes adoram fofocar em qualquer lugar do planeta, mas no mundinho dos jovens da alta sociedade nova-iorquina as fofocas são sempre mais divertidas, nem que seja pelas suas roupas caras de estilistas famosos, pelas casas de férias em lugares hiper-chiques, pelos litros de bebidas que consomem ou pelas brigas sem qualquer motivo. Em Gossip Girl iremos conhecer o universo quase secreto dos alunos de tradicionais escolas particulares para meninas e meninos, onde nem mesmo os horríveis uniformes conseguem esconder a beleza desses afortunados. Todos moram nos endereços mais caros da cidade, em apartamentos suntuosos com a vista para a Central Park. Herdaram os traços clássicos de suas famílias aristocráticas e não têm muito com o que se preocupar: podem beber a vontade, contanto que não deixem seus pais constrangidos; são inteligentes; têm toneladas de privacidade e, no máximo, ficam um pouco nervosos quando o assunto é sexo ou decidir em qual universidade irão se inscrever. Mas tudo com muita classe, of course. Defeitos? É claro que eles têm muitos. Nossa nem sem tão bondosa narradora, a, digamos assim, rainha da fofoca, não esconde nada. Traições, drogas, bulimia, infidelidade, ciúmes, nada escapa à atenta e antenada Gossip girl. E assim vamos conhecendo a popular Blair Waldorf - a garota mais cool da escola, mas que sofre com o divórcio dos pais, separados - depois que o pai revelou ser gay, e com o novo namorado da mãe-; sua ex melhor amiga Serena von der Woodsen - expulsa do colégio interno - depois de aprontar todas no verão da Europa e não chegar a tempo para o primeiro dia de aula -; seu namorado, o garoto mais desejado da cidade, Nate Ardhibald - que está sempre tão chapado que não consegue dar atenção à namorada -; a desconcertante Vanessa - e sua paixão por Dan Humphrey e sua irmã Jenny; além de muitos outros personagens. E este é apenas o começo de um ano esfuziante desses bem-nascidos. Prepare-se para as reviravoltas e muitas traições nos próximos volumes da série... Considerada a Sex and the city para adolescentes, Gossip girl é uma das séries mais lidas pelos jovens americanos, com maus de um milhão de exemplares vendidos. Os fans de segundas intenções, The OC, Gilmore girls e muitos outros filmes e séries de TV vão se deliciar com a alta dose de drama, romance, intriga e, claro, fofoca. O que torna esta série tão real é que sua autora, Cecily von Ziegesar, foi criada na alta-roda nova-iorquina e foi aluna dos mais chiques colégios da cidade, convivendo com pessoas tão requintadas, elegantes, fúteis e divertidas como os personagens que criou. Atualmente, ela escreve outros livros da série enquanto cuida dos filhos.

Autora - Cecily von Ziegesar Editora Record ISBN – 85-01-06977-9

Gossip Girls



Eu adorrrooooo Gossip Girls!
Vc gosta tmb?
Aiii q legal!
Eu vou publicar o livro deles aqui neh1
boa ideia neh?
Aii fotus delas!